sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Décima quinta visita: de como é natural humano ser.



Eis que o homem anda pelo velho e conhecido caminho, retorna de uma margem à qual tantas vezes recorre, na sua busca do que não sabe. Sempre ir e vir, movimento necessário.


Mas toda trilha caminha, diz a letra da música. Pra te encontrar. Te encontrar eu quero. Teu nomezinho carrego no meu patuá (é, diz a letra da música).


Sem esse querer pelo que os sentidos cheiram, olham, ouvem, lambem, tocam, ora, que graça teria o mundo? Pensamento humano, demasiado.

Pessoa, sentidos ardentes, paixões a latejar, será que a margem precisa atravessar? A maldade, a vaidade, amar a vida não é traição (ai, a letra, a melodia...). Para deleite dos sentidos, esta a força de estar vivo.

Ardência. Viver é agridoce.

Humanos, aqui estamos (sendo que o mundo termina logo ali): há algo melhor que tudo saborear?

Simples homem, sujeito a sua condição, na cadeia de seu corpo e dos desejos, negros olhos da Medusa (agora Lenine a me guiar).


Sabor e ar. Homem aqui, neste lado da margem. Sim, homem-sentidos. Vez por outra, também Buda na outra margem.


E a terra ciranda a rodar. Voz doce a (en)cantar. Eu, a escutar.


(Ouvindo a voz da amiga Marisa no seu Boa Hora, me deu uma vontade de escrever...)



3 comentários:

Dhyan disse...

Amei. Me apaixonei. Fui e Vim e lamentei, que terminou....sim Marisa nos ouvidos e Ana no LapTop.

Deu vontade de se roçar com a tela...

beijos,
Dhyan

marisaroten disse...

ana bacana de ler
brincadeira escrivinhadeira
modo de dizer a moda de viola
grafite é o verdadeiro atalho pro infinito!!!!
lá. lá, lá, láaaaa....
bjux
Sereirisa

marcinha disse...

ana
tb custei
mas cheguei
e não me arrependo
bjs

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