Eis que o homem anda pelo velho e conhecido caminho, retorna de uma margem à qual tantas vezes recorre, na sua busca do que não sabe. Sempre ir e vir, movimento necessário.
Mas toda trilha caminha, diz a letra da música. Pra te encontrar. Te encontrar eu quero. Teu nomezinho carrego no meu patuá (é, diz a letra da música).
Sem esse querer pelo que os sentidos cheiram, olham, ouvem, lambem, tocam, ora, que graça teria o mundo? Pensamento humano, demasiado.
Pessoa, sentidos ardentes, paixões a latejar, será que a margem precisa atravessar? A maldade, a vaidade, amar a vida não é traição (ai, a letra, a melodia...). Para deleite dos sentidos, esta a força de estar vivo.
Ardência. Viver é agridoce.
Humanos, aqui estamos (sendo que o mundo termina logo ali): há algo melhor que tudo saborear?
Simples homem, sujeito a sua condição, na cadeia de seu corpo e dos desejos, negros olhos da Medusa (agora Lenine a me guiar).
Sabor e ar. Homem aqui, neste lado da margem. Sim, homem-sentidos. Vez por outra, também Buda na outra margem.
E a terra ciranda a rodar. Voz doce a (en)cantar. Eu, a escutar.
(Ouvindo a voz da amiga Marisa no seu Boa Hora, me deu uma vontade de escrever...)

3 comentários:
Amei. Me apaixonei. Fui e Vim e lamentei, que terminou....sim Marisa nos ouvidos e Ana no LapTop.
Deu vontade de se roçar com a tela...
beijos,
Dhyan
ana bacana de ler
brincadeira escrivinhadeira
modo de dizer a moda de viola
grafite é o verdadeiro atalho pro infinito!!!!
lá. lá, lá, láaaaa....
bjux
Sereirisa
ana
tb custei
mas cheguei
e não me arrependo
bjs
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