domingo, 1 de fevereiro de 2009

Até que enfim, décima nona visita: de dentro.

Inaugurando fevereiro, pós janeiro de só pensar.

Ano do búfalo, ano meu, digerir depois de muito ruminar. Igual a este fazer regurgitado: escrever, fatoato que me reconstitui ao meu inteiro.

Retomar o que se pode, em palavras. Dizer alinhavos nas letras é costurar panos por dentro. Como as mulheres aprendem com as tias e avós. Patchwork da alma.

1 comentários:

Lehgau-Z Qarvalho disse...

Patchwork-se, pois. Sempre. Cada vez melhor! Está visto, lido, sentido, impresso aqui: a poesia é terreno sem volta.


8)*