Inaugurando fevereiro, pós janeiro de só pensar.
Ano do búfalo, ano meu, digerir depois de muito ruminar. Igual a este fazer regurgitado: escrever, fatoato que me reconstitui ao meu inteiro.
Retomar o que se pode, em palavras. Dizer alinhavos nas letras é costurar panos por dentro. Como as mulheres aprendem com as tias e avós. Patchwork da alma.
1 comentários:
Patchwork-se, pois. Sempre. Cada vez melhor! Está visto, lido, sentido, impresso aqui: a poesia é terreno sem volta.
8)*
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